“Como resultado do NAFTA (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio) indústrias do mundo todo construíram fábricas na fronteira do México com os EUA. Tirando vantagens do trabalho barato e da isenção de tarifas, estas indústrias conseguiam vender seus produtos mais baratos nos EUA. Em Juarez, onde se concentram mais de 1.000 delas, chamadas "maquiadoras", a cada 3 segundos uma TV é produzida e a cada 7 segundos, um computador. Essas indústrias contratam mulheres jovens porque elas trabalham mais, com salário menor e reclamam menos. A maioria das "maquiadoras" funciona 24 horas por dia.
Muitas mulheres são atacadas no caminho do trabalho, tarde da noite e de madrugada. As indústrias não oferecem segurança aos funcionários.”

Tem filme que o lado social pesa tanto que não tem como nos deixar envolver com tanta injustiça.
Só é lamentável que "Cidade do Silêncio" tenha uma produção tão pobre e descuidada.
Jennifer Lopez, Antônio Banderas e até mesmo Sônia Braga exageram nas caretas e no sotaque carregado, menos Lopez que faz (ou melhor tenta) uma legítima americana.
O roteiro ridículo peca ao se concentrar em apenas um caso entre as milhares de mulheres vitimadas.
Não é tão ruim quanto eu pensei que fosse...
É como eu disse, às vezes, um filme denúncia se torna tão necessário que até mesmo a "qualidade" do mesmo fica em segundo plano!
obs: Jennifer Lopez está cada vez mais linda e limitada.Nota: 5,0